Mozilla rebrand takes from early internet aesthetics, to move its cause to reclaim the web

Mozilla rebrand takes from early internet aesthetics, to move its cause to reclaim the web

Eu gostei muito da nova marca da Mozilla. O M é usado para formar uma bandeira que remete ao primeiro mascote da empresa, um tiranossauro rex. Espero que essa se mantenha por mais tempo que a péssima moz:lla.

Sobre votar

Eu gosto muito de votar. Eu gosto de chegar na minha zona eleitoral e ver alguns vizinhos ali. Estamos todos juntos em um ambiente neutro (eu voto no Palácio da Justiça aqui em Porto Alegre). Os mesários da minha zona são sempre muito gentis.

Eu gosto mais é do senso de comunidade do ambiente de votação. Embora eu reveja alguns vizinhos na zona eleitoral, uns como eleitores e outros como mesários, são poucas as vezes que a gente se reúne em um só lugar pra uma ação que leva alguns segundos e é profundamente imensa. Me faz sentir (ou perceber que eu sou) parte de uma comunidade, um entre muitos.

Ajuda que o dia da votação tende a ser um dia gostoso — o clima das últimas eleições que participei eram um dia de sol, mas fresco (hoje mesmo estava 21°C quando fui votar, e 13°C quando acordei). Torna um dia importante como esse em um dia de esperança, também.

Eu espero que Porto Alegre aprecie esse dia de sol para lembrar do que aconteceu nos dias de chuva — e da destruição que eles deixaram. Que a esperança desse dia não ofusque a memória de ontem.

hoje tá sendo um dia bom eu acordei às 6h e

Hoje tá sendo um dia bom.

Eu acordei às 6h, e saí pra minha caminhada matutina. Faziam 12° C na rua, mas não tinha uma nuvem sequer no céu. Só o sol, algo que tá ficando cada vez mais raro de aparecer aqui no sul.

Então eu saí pra caminhar antes do Tobias acordar e antes do trabalho começar. Tava frio demais. Depois que eu voltei, eu fiz um café e esperei o Tobias se levantar. Passeamos, e agora eu tô trabalhando (e escrevendo).

O Tobias tá perdendo bastante pelo por causa da quimioterapia, então eu varro a casa escutando minha playlist para manhãs e, quando eu canso, eu venho aqui e escrevo um pouco mais desse post. Eventualmente ele vai terminar, e eu vou precisar voltar a varrer.

Tá sendo um dia quieto e um dia perfeito. Meus dias favoritos são assim.

First Sounds

https://embed.music.apple.com/br/album/1753695947

Eu tô apaixonado pelo novo disco da Sarah Neufeld com Richard Reed Parry e Rebecca Foon. As cordas de Neufeld sempre me impressionaram nas músicas em que ela participava pro Arcade Fire – e, principalmente, nas vezes que eu vi eles ao vivo. Em “Slow New Year”, essas mesmas cordas vêm com tudo. Parece até uma conversa, uma construção.

↪ [TI-09] the internet is one big video game

[TI-09] the internet is one big video game

I like newsletters that feel more like dispatches than editorialized posts. Inspired by Laurel and Robin, I’d like to share a little bit about where I am and where I’ve been lately.
[…]
The world manages to find a way to strike you with the most indescribable beauty when you need it most.

[…]
Websites are the future of video games.

They are the “end game” of video games. They are spaces where the end players (the website visitors) have the agency to freely interact with others, and not towards any predetermined object, but purely for themselves, discovering who they are in each new environment and finding new ways of relating to one another.

Somewhere in the push to make the internet the infrastructure of a global capitalist economy, we lost this perspective on what the internet is. If I asked people to define what websites are to them, they might talk about the capabilities they provide: “the world’s information at your fingertips,” “AI that does whatever you ask of it,” “a platform for selling products.” Or as design artifacts: they provide the basis of interactive, creative pieces of art, media, and writing.

But if we distill a website down to its base components, it is a space that allows people to talk to each other. In the era when the internet was new and before we had predetermined what it was “for,” everyday internet pioneers found ways to talk to one another by making websites for each other.