Escrevi quase nada essa semana. Acabei deixando uma tarefa grande no trabalho pra perto do prazo, e no fim precisei passar a semana correndo atrás dela. No fim vai dar tudo certo, mas essa sensação de estar atrasado sugou toda a minha energia.

Tenham um ótimo fim de semana

Por aqui estamos com alerta de temporal e vendaval, então eu decidi que meu fim de semana vai ser ficar bem quietinho bem recolhido na minha casinha, assistindo filmes e a nova série, Pluribus. Comprei pipoca e vou fazer um brigadeiro. E por aí, como vai ser o fim de semana?

Eu tô querendo fazer uma maratona de Kentucky Route Zero. Começar no fim da tarde e seguir por todos os atos até amanhã. Eu comento aqui se eu conseguir fazer isso (meu sono geralmente me vence). Ontem eu assisti o Frankenstein do Guillermo Del Toro, e infelizmente não gostei muito — tem algumas coisas que ele acrescenta na história que são bem vindas, como a “maldição da vida” da criatura, mas o resto eu sinto que ele simplificou demais. Hoje eu vou me dedicar à minha ilha no Animal Crossing, já que em janeiro ele vai receber uma nova atualização.

Você gasta demais? Eu adorei essa leitura de A Viagem de Chihiro como uma obra sobre o perigo do consumismo. Sempre bom lembrar que existem outras pessoas no mundo. Você já olhou pro céu hoje? O que você viu?

88 Artists ‘Look Up’ at the Same Time to Create Brilliant Portraits of One Sky - Brown Paper Bag

↪ 21 Facts About Throwing Good Parties

Eu adorei essa lista com 21 dicas de como dar uma boa festa. Tem dicas genuinamente práticas (como colocar comida e bebida em cantos diferentes, pra facilitar as pessoas a se mexerem e conversarem em círculos distintos). E também tem algo que eu acredito muito, mas nunca consegui colocar em palavras: festas são um serviço público. Uri:

Parties are a public service, you’re doing people a favor by throwing them. Someone might meet their new best friend or future lover at your gathering.

Como artistas representavam fogos de artifício através do tempo

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Detalhe de “Fogos de artifício no Jardim do Convento” (1690), por Bernard Lens II.

Adorei esse ensaio de Simon Werrett para a The Public Domain Review sobre os desafios e as formas com que artistas capturavam e representavam pirotecnias no passado, seja na poesia, na ilustração e na pintura.

Achei muito boa a relação que Werrett faz entre a representação do tempo e o efeito dos fogos de artifício, que precisam “quebrar” a regra para serem representados:

To capture smoke might imply the representation of a moment in time in a display, and fireworks images dealt variously with the issue of representing time visually. Most commonly, artists and engravers created a single image capturing a significant moment in a pyrotechnic performance. An image of fireworks on the Seine in front of the Louvre in 1628 by Morel, celebrating the siege of La Rochelle, showed the moment when Perseus (Louis XIII) attacked a Sea Monster (representing Protestantism) to save Andromeda (Catholicism) tied to a rock (La Rochelle).