Perdido no meio de A Balada do Café Triste há uma dissertação sobre o amor:


Perdido no meio de A Balada do Café Triste há uma dissertação sobre o amor:


Se existe graça, A Árvore da Vida acredita que ela está no balanço das coisas: do nosso interior e do nosso exterior. Das maiores histórias e das menores. Do natural e da fé. Acho que não tem filme tão grande e tão pequeno, tão pessoal e tão divino, quanto esse. Ele encontra a graça na criação do universo, no acaso do início da vida, mas também na morte de um irmão, e do luto de sua mãe. A beleza, visual e narrativa, está em todas as coisas nesse filme.
Eu escrevi sobre Tears of the Kingdom pro @paomortadela:

‘The castle in the summer haze‘
from the book “The Silent Traveller in Edinburgh” (1948)
by Chinese poet, author and painter Chiang Yee (1903–1977)
An elaborately constructed grotto and pavilion from Victor Petit’s Parcs et jardins des environs de Paris (1850s).
Full text here.
Country dos anos 70: essenciais
O Victor me recomendou essa playlist na última segunda, que a gente passa ouvindo música e tomando chimarrão, e realmente… é incrível.
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