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Esse blog possui 309 posts organizados em 185 tags.
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Eu tô passando um tempo maior do que eu deveria organizando os favoritos do meu navegador…
Eu tô tentando zerar minha lista de leitura. Ela tem 209 links para ler, catalogar e arquivar. Pra me forçar a ler um pouco todo o dia, vou começar a postar aqui o que eu estou lendo, e talvez um comentário ou destaques.
Uma coisa que eu sinto muita falta nos meus dias com a Vivi é a sensação de que ela adorava estar pertinho de mim.
How lucky I am to have something that makes saying goodbye so hard.
Authoritarians cannot rise if there are strong communities and people are acting with joy. That is, you need despair and anger in order for an authoritarian to rise. Whatever those things are that you bring to the community, do them and do them with joy, and don’t stop doing the things you love because you’re scared, because that actually is a form of resistance.
Tá fazendo uns dias de verão bem da minha infância por aqui nessa última semana. Dias de solaço, mas com uma temperatura gostosa: entre os 23 e os 28°C. Hoje é sexta feita e eu ganhei o dia de folga (o trabalho anda intenso, pra dizer o mínimo). Eu tô comendo uma fatia de melancia bem suculenta na minha sacada, vendo o fim de semana chegar na vizinhança.

Eu comprei um fone de ouvido essa semana que, além de conectar com Bluetooth, também tem a opção de conectar com um bom e velho cabo de áudio de 3,5mm, e isso honestamente mudou minha vida.
Escrevi quase nada essa semana. Acabei deixando uma tarefa grande no trabalho pra perto do prazo, e no fim precisei passar a semana correndo atrás dela. No fim vai dar tudo certo, mas essa sensação de estar atrasado sugou toda a minha energia.
Tem muita arte no mundo sobre como é difícil ser mãe e pai. Eu imagino que seja, mas são poucas as obras que mostram como é difícil ser um filho. Navegar pelas ambições, as expectativas e as frustrações dos adultos que te criam, enquanto você mesmo navega na experiência que é crescer.
Tava na feira hoje escolhendo pimentão, quando esse vento passou por mim de novo.
Divertido de pensar que dois jogos favoritos de momentos diferentes da minha vida receberam atualizações na mesma semana. Spore e Animal Crossing: New Horizons continuam vivos e fortes. :)
Eu tô gostando de usar o iPad como um dispositivo pra ler e escrever. O OS 26, que traz o conceito revolucionário de “janelas” ao iPad, é excelente (mesmo que nem todos os apps pro iPad ainda tenham suporte).
Eu atrasei total esse post, e peço desculpas. Os últimos dias no trabalho — meus últimos dias na empresa que eu trabalhei pelos últimos anos — foram intensos.
Desculpem a ausência ontem pra falar de Vidas ao Vento e Nausicaä do Vale do Vento. Eu acabei aproveitando pra assistir Uma Batalha Após A Outra, o novo filme do Paul Thomas Anderson (logo mais escrevo um pouquinho sobre o que é, provavelmente, o melhor filme que eu assisti esse ano).
O Castelo Animado e A Viagem de Chihiro não fazem sentido. Suas lógicas internas são incertas. As regras de seus mundos são inconstantes. O que uma pessoa vê na outra é um mistério. Nada faz muito sentido. Ainda bem.


Ontem foi aniversário do meu pai, então não consegui passar no meu computador e escrever sobre o filme de ontem do festival, Da Colina Kokuriko, de Gorō Miyazaki. Também não vou dizer que fiz muita questão, já que o filme não é lá essas coisas. Ele é bonito, mas a melancolia que ele evoca é muito básica, nem parece ser do mesmo estúdio em que o eco do vento pode ser sentido no farfalhar da floresta do Meu Amigo Totoro. Sua narração torna a melancolia em texto, ao invés do subtexto com a qual os melhores filmes do estúdio parecem trabalhar. Te dizer que eu tentei ver esse filme duas vezes, e nas duas vezes eu cochilei. Nem no cinema eu me aguentei.

Eu e o Tobias estávamos nas manifestações aqui da minha cidade contra a PEC da blindagem e do PL da anistia. Foi muito bonito, muito alegre. Pra uma cidade cada vez mais cinza, até o sol abriu. Deu um bocado de esperança ver toda aquela galera junta.
O Liquid Glass é muito inconsistente no Mac, e isso tá me incomodando muito. Parece até quando o Windows muda de visual, mas fica com “heranças” de redesigns anteriores (como o Explorador de arquivos).

Hoje foi o primeiro dia do Ghibli Fest aqui na Cinemateca Paulo Amorim. Eu vou ir em todas as sessões, e vou tentar escrever sobre todos os filmes (brevemente) aqui.
Hoje o dia amanheceu cedo. Ontem eu levei o Tobias pra uma das minhas caminhadas longas, pensando que ele ia dormir até mais tarde hoje, mas me enganei. Eram seis e meia quando ele começou a pedir pra sair. Eu até consegui ficar na cama mais um pouquinho — mas não tanto quanto eu queria. Pelo menos o dia está bonito — o céu tá bem azul, e tá fresquinho (15°C). Eu quero aproveitar o máximo possível esse tempo ameno antes do calorão infernal de Porto Alegre começar.
Eu tentei jogar Hollow Knight: Silksong esse último final de semana, mas é um jogo muito difícil pra mim. Porém, o pouco que eu joguei me fez querer dar uma segunda chance a outro metroidvania, Metroid Dread, um jogo que eu empaquei e nunca terminei. Dread é difícil, mas Silksong me fez perceber que não é tão difícil assim, e com essa nova perspectiva eu comecei um novo jogo e, realmente, Dread parece ser na medida de dificuldade pra mim.
Ontem fui no show do Gilberto Gil, que pelo anúncio faz parte de sua “última turnê”. Eu acredito. Não porque o show foi ruim. Longe disso, talvez tenha sido o show mais alegre e enérgico que eu já fui. Uma exultação da cultura brasileira que Gil tem tanto orgulho de fazer parte. Eu acredito que essa seja sua última turnê porque, além da idade de Gil, ele parecia não querer parar de cantar. Foram quase três horas de show, com um bis imenso.
Vou fazer um experimento essa semana: desativei todas as notificações no celular. Nem mesmo o calendário e os lembretes se salvaram.
Quinta-feira eu instalei o Haiku em uma máquina virtual e tenho brincado desde então… é um sisteminha bastante usável? É super rápido, e a interface é muito bem pensada. Me deu saudades verdadeiras do macOS na época do Snow Leopard, quando botões eram botões e as coisas faziam mais sentido do que os espaços em branco do macOS desde o Big Sur. Tô pensando em pegar um computadorzinho velho em um OLX da vida e instalar ele e ver o que dá.
Falando em Firefox, eu tô adorando experimentar os temas feitos por Sahara, especificamente os inspirados em consoles retrô e sistemas operacionais antigos. Olha esse inspirado no tema “Oliva” do Windows XP, do controle do GameCube ou das cores da tela do Game Boy.
🧑💻 Atualizei o tema do meu blog, Minduim, pra versão 1.0.3, adicionando suporte a favicons personalizados. Na prévia do tema o favicon é o emoji de amendoim do SerenityOS.
Meio surreal ter escrito um post celebrando vinte anos de um blog que eu criei quando eu tinha onze anos sobre um jogo que eu só jogaria três anos depois.
Eu decidi começar a jogar Kentucky Route Zero de novo.
Esses últimos meses foram difíceis. Meu trabalho não deu sossego, e eu mal consegui escrever.
Uma boa surpresa hoje de noite. Minha irmã criou uma newsletter. Minha irmã não escreve muito (pelo menos não publicamente), mas sempre que eu leio algo dela eu gosto muito. Tô empolgado pra poder ler ela daqui pra frente.
Eu atualizei o meu diário no Letterboxd com impressões de todos os filmes que eu vi nesse ano (até aqui).
Vou passar a semana do natal aqui na casa dos meus pais, no interior. Aqui a noite ainda é fria, e eu gosto de andar pelo pátio no meio da noite, para sentir esse frio. É um frio quieto, mas acolhedor.
Tem uns jogos que são uns “favoritos discretos”, né? Aqueles que a gente sempre tem disponível em algum console ou no computador. Que a gente pode não jogar sempre, mas sempre tá ao nosso alcance por que, quando a vontade de jogar ele bate, ela é invencível (pensamento que me veio na cabeça jogando Burnout Paradise, que eu tenho instalado no computador, no Switch e no PS5).
Hoje é o meu último dia de férias (embora eu só volte a trabalha na segunda-feira). Foi a primeira vez em mais de uma década que eu tirei o meu período integral de férias de uma só vez. Eu acho que vou fazer isso sempre, daqui pra frente. Não só deu tempo para fazer uma viagem bacana, mas consegui colocar em dia várias tarefinhas em casa, fiz alguns exames que eu tava postergando e dei uma limpada no meu guarda-roupa.
Eu fiz alguns ajustes no estilo dos detalhes dos posts hoje de manhã. Acho que melhorou e deu uma “limpada” na hora de ler o blog. As datas também estão padronizadas tanto na lista de posts quanto no post em si.
Tô revendo The Wire. Queria ficar fazendo uns últimos ajustes no site enquanto assisto, mas é impossível. The Wire é muito denso — tem sempre muita coisa acontecendo, mesmo que na maior parte do tempo os personagens parecem perdidos. Se eu tiro o olho da TV, eu perco.
Eu sonhei com a Vivi hoje. Eu fui visitar meus pais e os cachorros vieram me receber. Eu dei oi pro Balu, pro Ió, e pras meninas: a Flor, a Mel e a Cici. Daí a mãe comentou “a Vivi tá lá embaixo”.

Passeando com o Tobias hoje de manhã (ele tem acordado às 6h pra dar a primeira saidinha do dia), eu decidi variar um pouco os ares e fomos em direção ao Açorianos. Lá, o Tobias conheceu uma família de caturritas, uns amores.

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Quando eu lembro da Delinha, ou da Vivi, ou do Pepi, ou do Tigre, eu nunca lembro dos momentos banais do nosso dia-a-dia juntos, de como foi bom crescer e viver ao lado deles. Daquele ócio, daquela banalidade doce que a segurança da companhia deles trazia.





Esse foi um bom fim de semana, depois de uma semana caótica.
Vi o meu melhor amigo andando na rua agora. Tenho certeza de que ele não me viu. Não nos vemos há anos. Mesmo assim, é sempre bom ver ele.
Hoje eu lembrei que a Vivi gostava de se tapar na hora de dormir. Eu tinha esquecido desse detalhe.
Uma coisa que acho que agradaria todo o mundo com a próxima geração do Nintendo Switch seria “mover” as bibliotecas do Nintendo 64 e do Game Boy Advance para o plano normal do Nintendo Switch Online, e trazer GameCube e Nintendo DS pro Pacote de Expansão.
Eu não consigo parar de pensar em Todos Nós Desconhecidos, um filme que tá no fundinho do meu cérebro desde que vi ele no início do mês. Escrevi um pouco sobre ele pro @paomortadela:
Um momentinho que eu gosto depois de voltar do intervalo de almoço no trabalho é escovar bem os dentes e tomar aquele primeiro gole de café.

Facebook e Instagram estão fora do ar? Excelente alternativa pra excluir esses aplicativos do celular e fingir que eles não existem mais!
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Eu ando tendo umas noites sem conseguir dormir nessa última semana, e pela primeira vez nesse quase um ano sem Twitter, eu senti falta daquele lugar.
Que alívio acessar o painel do Tumblr e não ver aquele banner imenso do Tumblr Live.
Eu tô experimentando algumas mudanças na minha rotina nessa semana. Em 2023, eu senti que passei muito tempo pensando que eu não estava fazendo nada, mesmo que isso não fosse verdade. Acho que essa impressão veio pelo fato de eu parar de fazer coisas que eu gostava e que me faziam bem, como estudar francês, caminhar e escrever.
Hoje eu pensei na Vivi enquanto eu fazia as malas pra voltar pra casa.
In a POSSE world, everybody owns a domain name, and everybody has a blog.

Eu adoro acordar e ir pra cozinha na primeira hora da manhã. A luz, ainda azulada, do início do dia ilumina o balcão com calma. A cidade não acordou totalmente, e o frio da noite ainda entra pela janela da cozinha.
Minha maior impressão de Super Mario Wonder até agora é de que esse é o Super Mario que Miyamoto teria feito em Super Mario Bros. 3 se a tecnologia pudesse. É… quase perfeito?
Perdido no meio de A Balada do Café Triste há uma dissertação sobre o amor:
Se existe graça, A Árvore da Vida acredita que ela está no balanço das coisas: do nosso interior e do nosso exterior. Das maiores histórias e das menores. Do natural e da fé. Acho que não tem filme tão grande e tão pequeno, tão pessoal e tão divino, quanto esse. Ele encontra a graça na criação do universo, no acaso do início da vida, mas também na morte de um irmão, e do luto de sua mãe. A beleza, visual e narrativa, está em todas as coisas nesse filme.
Eu escrevi sobre Tears of the Kingdom pro @paomortadela:
Eu não sei se eu vou voltar a ter uma Rede Social Para Mim, como o Twitter foi há mais de uma década. Não parece ser algo que faz sentido na minha vida nesse momento… ter uma presença web daquela forma e tal. Mas eu tô curtindo demais brincar no Tumblr ultimamente. Eu não conheço quase ninguém aqui, e isso é um pouco libertador, eu acho. Eu converso com pessoas que eu não conheço, eu leio textos e vejo fotos de coisas que eu não sei o que são, e assim vou explorando um mundinho novo. E as vezes eu mesmo coloco aqui meus interesses estranhos. Sem muito contexto, sem muita ordem, é mais algo no “fluxo do pensamento”, como o Twitter parecia ser no início. Tá sendo divertido.
Eu tava procurando um livro aqui na minha estante. Acabei encontrando um desenho que uma amiga minha, que eu não vejo há mais de uma década, fez pra mim.
“I always have a book next to wherever I put my phone,” Escoto tells me. “So if I have the urge to check my phone for another useless doomscrolling session, I physically can see the book there. Nine times out of 10, I will choose the book, because I know what’s in store for me if I get on my phone.”
You’ll never become a reader by wishing you read more, listening exclusively to podcasts, or sitting next to a book while you scroll Instagram. (Even buying books doesn’t make you a reader, as I have, unfortunately, found out.)
Some studies have suggested that reading fiction can increase empathy. But a perhaps even more surprising finding comes from researchers who discovered a short-term decrease in the need for “cognitive closure” in the minds of readers of fiction. In brief, the researchers write, those with a high need for cognitive closure “need to reach a quick conclusion in decision-making and an aversion to ambiguity and confusion,” and thus, when confronted with confusing circumstances, tend to seize on fast explanations and hang on to them. That generally means they’re more susceptible to things like conspiracy theories and poor information, and they become less rational in their thinking. Reading fiction, though, studies have found, tends to retrain the brain to stay open, comfortable with ambiguity, and able to sort through information more carefully.
The vague but ominous disruption promised by artificial intelligence fogs this process, justifying where it needs to justify and serving as a sort of jeering threat everywhere else; that this AI doesn’t yet really do anything well, and has the unfortunate habit of eating its own excrement until it goes insane, has not really damped this cohort’s enthusiasm for it. Which fits, because that appeal is more ideological and aspirational than practical. What all of these businesses—creative industries, social media platforms, online commerce—have in common is that they need people. They need people to make them, and they need other people to pay attention to them. The super-class that sits atop all this, gloating, does not like that very much.



Eu salvei uma pomba hoje.
Me tornei quem eu sempre quis ser: a pessoa que mói café toda manhã antes de trabalhar.
Ótima a comparação que Jennifer Egan faz da internet com o conto de João e Maria: a casa de doces é “de graça”, mas quanto mais você come, mais chances você tem de ser devorado.
https://www.youtube.com/embed/JeY2ojRkSys?feature=oembed&enablejsapi=1&origin=https://safe.txmblr.com&wmode=opaque

“To be alone for any length of time is to shed an outer skin. The body is inhabited in a different way when we are alone than when we are with others. Alone, we live in our bodies as a question rather than a statement.”
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